É Aí Que Quebra a Rocha, lançado em 1991 pela RGE, é o décimo álbum de estúdio do Fundo de Quintal e registra uma mudança importante na formação do grupo. Foi o primeiro trabalho de estúdio sem Sombrinha; Mário Sérgio assumiu o cavaquinho e Ademir Batera tornou-se integrante oficial. Gravado nos estúdios Transamérica entre junho e julho, o LP preserva a instrumentação que revolucionou o pagode carioca, com banjo, tantã, repique de mão, pandeiro e vozes coletivas. Pagodeando abre o repertório, seguida pela faixa-título, Vida Alheia, Tudo É Festa, Lucidez e Quantos Morros Já Subi. No lado B, Vem Pra Mim e Aquela Dama introduzem canções de forte apelo melódico. A Amizade se tornaria um dos destaques do disco, antes de Janu, Januário, Violeiro e Canto pra Velha Guarda. O álbum também foi o último trabalho de estúdio do grupo com Arlindo Cruz antes de sua saída para a carreira solo. Assim, documenta simultaneamente continuidade e transição em uma das formações mais influentes da história do samba.
// Disco em ótimo estado, com poucos riscos que mesmo superficiais podem ocasionar algum nível de ruído. // Capa conforme a foto. Verificar se contém encarte nas fotos.
| Lado A |
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| A1 | Pagodeando |
| A2 | É Aí Que Quebra A Rocha |
| A3 | Vida Alheia |
| A4 | Tudo É Festa |
| A5 | Lucidez |
| A6 | Quantos Morros Já Subi |
| Lado B |
|---|
| B1 | Vem Prá Mim |
| B2 | Aquela Dama |
| B3 | A Amizade |
| B4 | Janu, Januário |
| B5 | Violeiro |
| B6 | Canto Pra Velha Guarda |